FreiT – núcleo de teatro

O Núcleo de Teatro FreiT Júnior apresenta: “Aqui Há Fantasmas”
No passado dia 8, o Núcleo de Teatro FreiT Júnior subiu ao palco com a peça Aqui Há Fantasmas, apresentada em duas sessões que proporcionaram cerca de 60 minutos de boa disposição, humor e muito talento.
Os alunos do 2.º ciclo deram vida à história de três irmãs que, perante uma situação de bancarrota, procuravam encontrar soluções para salvar o seu futuro. Pelo caminho, cruzaram-se com clientes mal-humoradas, cientistas com máquinas pouco fiáveis e um misterioso fantasma que, afinal, não era bem aquilo que parecia…
Entre gargalhadas, momentos inesperados e muitas peripécias, os nossos jovens atores demonstraram dedicação, criatividade e uma enorme capacidade de trabalho, conquistando o público e transformando cada cena num momento especial.
Parabéns a todos os alunos envolvidos, que fizeram verdadeira magia em palco e mostraram o seu enorme talento, bem como a todos os que contribuíram para o sucesso deste espetáculo.
Agora é tempo de descansar e recarregar energias. Em setembro, o FreiT Júnior regressará para abraçar novos desafios, novas histórias e, certamente, muitas emoções.
“Tudo Sob Controlo” – Núcleo de Teatro FreiT Sénior
No passado dia 1 de junho, os alunos do Núcleo de Teatro FreiT Sénior subiram ao palco para apresentar a peça “Tudo Sob Controlo”, em duas sessões que conquistaram o público pela sensibilidade, humor e humanidade das suas personagens.
No consultório do excêntrico Dr. Carola cruzam-se histórias, inquietações e diferentes problemáticas. Entre sessões de terapia de grupo, momentos de partilha e emoções inesperadas, os utentes descobrem que, muitas vezes, a compreensão e a ajuda surgem de onde menos se espera.
Quando o psiquiatra regressa de uma viagem que nunca esteve nos seus planos, encontra um grupo transformado: pessoas que aprenderam a escutar, a respeitar e a cuidar umas das outras.
A mensagem final da peça ecoou para além do palco:
“Ser diferente não é estar doente…
É só preciso ser escutado, respeitado no seu problema.
Mais paciência. Mais amor.
As doenças mentais não nos definem. Definem-nos os gestos quando estamos juntos e a forma como cuidamos uns dos outros.
Mesmo sem diploma. Mesmo feridos. Mesmo imperfeitos.
Diferença não é defeito. É humanidade.
Porque loucos… talvez sejam os outros.”
Parabéns a todos os atores por mais um momento que nos fez refletir sobre a saúde mental, a empatia e a importância de construir uma comunidade mais inclusiva e solidária. Até breve, e que o pano volte a subir em setembro!
Scroll to Top